quinta-feira, 18 de julho de 2013

Censura “é uma espécie de moção de confiança”




O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros encerrou o debate da moção de censura dos Verdes.
Paulo Portas encerrou o debate da moção de censura dos Verdes ao Governo dizendo aquilo que nos últimos dias muitos antecipavam: a rejeição da censura no Parlamento serve "como uma espécie de moção de confiança" ao Executivo de Passos Coelho. "Uma censura que não censura confia", disse o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, depois de ter acusado PCP, BE e PEV de não serem "democráticos".

O líder do CDS, que com o seu pedido de demissão há duas semanas fez tremer a coligação que sustenta o Governo, lembrou que "a maioria superou as suas diferenças, apresentou um entendimento sólido e abrangente" ao Presidente da República e "tem pretensão concluir programa e proteger ainda ténues sinais que apontam para menos recessão".
E se muitos têm reclamado mudança de rumo, Portas garante: "Podemos fazer melhor, não podemos certamente fazer o oposto".

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