terça-feira, 28 de janeiro de 2014

PGR abre inquérito a alegado desfalque no Barclays


Funcionário do Barclays de Cascais é suspeito de desfalque de três milhões de euros.
A Procuradoria Geral da República (PGR) abriu um inquérito na sequência da queixa crime apresentada por um cliente do Barclays devido ao alegado desfalque de 3 milhões de euros praticado por um funcionário do banco, confirmou hoje fonte oficial da PGR, na sequência da notícia avançada pelo Diário Económico. "Confirma-se a existência de um inquérito", disse aquela fonte oficial.
Tal como o Diário Económico avançou hoje, o Ministério Público e o Banco de Portugal (BdP) receberam queixas sobre alegadas fraudes milionárias cometidas ao longo de vários anos por um gestor de conta de uma agência ‘premium' do Barclays em Cascais.
A queixa-crime foi apresentada no final de Dezembro por Alexandre Contreras, um dos cinco clientes alegadamente lesados, que exige ao banco britânico uma indemnização de cerca de 3,5 milhões de euros. O Ministério Público e o Banco de Portugal (BdP) receberam queixas sobre alegadas fraudes milionárias cometidas ao longo de vários anos por um gestor de conta de uma agência ‘premium' do Barclays em Cascais. 

sábado, 25 de janeiro de 2014

Lucho González sai do FC Porto por 4,5 milhões de euros

"El Comandante" parte para o Qatar e já não joga hoje no Dragão.



O médio argentino, Lucho González, foi contratado por um clube do Qatar e já não joga mais esta época ao serviço do FC Porto, clube onde venceu mais de uma dezena de títulos incluíndo seis campeonatos nacionais e três Supertaças de Portugal.
O jogador estava convocado por Paulo Fonseca para o jogo de logo à noite frente ao Marítimo, mas terá saído do lote dos escolhidos para viajar para o Qatar onde vai assinar contrato com um emblema local. De acordo com o diário Record, o médio argentino vai assinar um contrato a troco de 4,5 milhões de euros.
Lucho González era um dos jogadores do FC Porto que terminava contrato no final da presente temporada, e que podia vincular-se a outro clube como jogador livre.
Para o lugar de Lucho González, Paulo Fonseca convocou o médio Herrera. 

Incêndio em habitação em Viseu provoca três feridos, duas crianças em estado grave

Um incêndio e uma explosão de gás ocorridos hoje numa habitação unifamiliar de Boaldeia, no concelho de Viseu, provocaram três feridos, dois dos quais graves, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Viseu. 

Os feridos em estado grave são duas crianças e um adulto, disse à agência Lusa a mesma fonte, referindo que o edifício ficou muito danificado pelas chamas e inabitável. 
As duas crianças deverão ser transportadas de helicóptero para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, adiantou pelas 12:00 a mesma fonte, referindo que a mãe das crianças, que sofreu ferimentos de menor gravidade, foi transportada para o hospital de Viseu. 
Além dos três feridos e desalojados desconhece-se se residiam mais pessoas na habitação.   
O alerta foi dado às 10:32 e é ainda desconhecido se o incêndio foi desencadeado pela explosão ou se foi esta a provocar as chamas.   
Para o local foram mobilizados meios dos bombeiros municipais e voluntários de Viseu, da PSP e do INEM, além do helicóptero da Proteção Civil estacionado em Santa Comba Dão. 




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Jovens que morreram no Meco vistos a rastejar com pedras nos tornozelos...

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Os estudantes da Universidade Lusófona de Lisboa que foram arrastados por uma onda na praia do Meco no passado dia 15 de Dezembro foram vistos a rastejar com pedras atadas aos tornozelos, disse ao Diário de Notícias (DN) uma vizinha da casa que os jovens tinham arrendado para passar o fim-de-semana.
A empregada de limpeza da moradia onde ficaram, Etelvina Fonseca, confirma a informação. Fátima Negrão, a mãe de um dos jovens, diz que não ficou surpreendida com a revelação. “É apenas um sinal do que já ninguém tem dúvida, de que estavam a ser praxados.” O Conselho Oficial da Praxe Académica (COPA) da Lusófona continua em silêncio.
Houve quem tivesse presenciado a cena, de jovens a rastejar com pedras atadas aos tornozelos, e quem se tivesse sentido incomodado e os tivesse alertado, contou ao DN uma vizinha, Cidália Almeida.
“Aquilo já estava a ser demais. Duas miúdas já tinham as meias rotas. Era uma humilhação e um vizinho foi lá ter com eles. Disse que também tinha sido estudante e sugeriu-lhes que se divertissem de outra maneira.” Responderam-lhe: "Isto é uma praxe. Uma experiência de vida. Não se meta".
Cidália Almeida recorda ainda ter visto um dos jovens, que seria, como a própria referiu, João Gouveia, o chefe máximo das praxes (dux), com uma colher de pau gigante na mão, um símbolo de praxe.
Etelvina Fonseca, de 67 anos, empregada de limpeza da casa que foi arrendada pelos estudantes da Lusófona, em Aiana de Cima, próximo do Meco, em Sesimbra, confirma a informação ao PÚBLICO — viu os jovens a rastejar com pedras amarradas aos pés.
Tudo isto aconteceu durante a tarde de sábado, perto da casa onde os jovens estavam a passar o fim-de-semana. Quando começou a escurecer, o grupo foi visto a dirigir-se para a praia, onde os seis jovens foram levados pelo mar. O único sobrevivente, de 23 anos, continua em silêncio.
A mãe de um dos cinco jovens que morreram na Praia do Meco, Fátima Negrão, não fica surpreendida com estas informações. “Ninguém já tem dúvidas de que era praxe”, embora referindo que, aparentemente, “eles estavam bem-dispostos durante estas provas físicas”.
Os pais tinham dado um ultimato até esta quinta-feira ao COPA da Universidade Lusófona para lhes fornecer todas as informações que os ajudassem a perceber como morreram os seus filhos. O COPA manteve-se em silêncio, diz a mãe. Para sábado à tarde está agendada uma reunião onde as seis famílias vão decidir qual será “o próximo passo”.
Um inquérito ao caso foi já aberto pelas autoridades, mas deixou de estar com o Ministério Público de Sesimbra e foi avocado ao procurador-coordenador do Tribunal da Comarca de Almada, que decretou segredo de justiça.

















quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Estradas de Portugal: contribuintes vão pagar cerca de 251 ME

A partir deste ano, as subconcessões rodoviárias «vão impor um custo adicional» de 700 milhões de euros, esclarece o presidente da empresa.

O presidente da Estradas de Portugal (EP) disse hoje que os contribuintes pagarão cerca de 251 milhões de euros, acrescentando que, a partir deste ano, as subconcessões rodoviárias «vão impor um custo adicional» de 700 milhões de euros.

«O contribuinte, este ano, paga 251,5 milhões e é o melhor ano de todos. Este, meus senhores, é o melhor ano da EP e não vai haver outro», afirmou António Ramalho, que está a ser ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um requerimento do PS.

Isto porque, explicou, a partir de 2014, a EP recebe «um conjunto de subconcessões que vão impor um custo adicional de 700 milhões de euros».

O presidente da EP salientou que, até 2028, a empresa «tem um endividamento constante de cerca de 700 milhões» de euros, um valor que defendeu ser «fundamental reduzir».

«As subconcessões vão retirar-nos o equilíbrio», considerou.

António Ramalho disse que a redução de custos de 300 milhões de euros nas Parcerias Público-Privadas (PPP) foi alcançada: «A discussão que era o objetivo de 300 milhões [de euros] de redução no orçamento das famílias portuguesas foi atingida».


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Troika aprovou medidas que compensam chumbo do TC

Credores internacionais aceitaram o novo desenho da CES e a subida da ADSE como alternativa ao corte de 10% nas pensões da CGA


A troika já aprovou as medidas alternativas apresentadas pelo Governo para compensar o chumbo do Tribunal Constitucional à convergência das pensões, segundo o Diário Económico.

As contas apresentadas pelo Executivo foram validadas pelos peritos internacionais, tendo sido dada a garantia de que, se for preciso, a execução orçamental deste ano será apertada para cumprir a meta de 4% definida para o défice.

A discussão sobre o programa cautelar, que estava agendada para dia 27 deste mês, foi adiada para abril.

Assim que for possível, o Tesouro quer voltar a emitir dívida a longo prazo, com o objetivo de pré-financiar 2015.

Outro dos objetivos do Governo é levar à mesa de negociações um Documento de Estratégia Orçamental com uma linha credível de redução de despesa e, se possível, validada pelo PS.