domingo, 16 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Açores fecha serviços e Protecção Civil aconselha população a ficar em casa devido o mau tempo...
Previsões apontam para ventos fortes e agitação marítima forte, com ondas que podem atingir 10 a 14 metros. A SATA Air Açores cancelou esta quinta-feira 21 voos entre as ilhas.
O mau tempo levou o Governo dos Açores a encerrar todos os serviços públicos da região a partir das 16h00 (17h00 em Lisboa). Já a Protecção Civil aconselhou as populações a manterem-se em casa.
"O Governo Regional, em articulação com o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, considerando o progressivo agravamento das condições meteorológicas, decidiu encerrar todos os serviços públicos", lê-se num comunicado oficial.
A nota garante que "fica, no entanto, salvaguardada a prestação de apoio às populações".
Por outro lado, a Protecção civil dos Açores emitiu novo comunicado em que aconselha as populações a manterem-se em casa e a saírem apenas "em caso de absoluta necessidade".
O Instituo Português do Mar e da Atmosfera prevê ventos constantes na ordem dos 118 quilómetros por hora e rajadas que podem atingir os 180 km/h nas ilhas do grupo ocidental (Flores e Corvo).
Quanto ao grupo central, a Protecção civil alerta que as ilhas mais atingidas serão o Pico e a Graciosa. Na primeira, os ventos constantes serão de 96 km/h, com rajadas que poderão atingir os 153 km/h. Na Graciosa, as rajadas poderão chegar aos 184 km/h.
A ondulação prevista será de 12 a 14 metros para os dois grupos.
A SATA Air Açores cancelou esta quinta-feira 21 voos entre as ilhas dos Açores, devido ao vento forte que se faz sentir no arquipélago, afectando 306 passageiros, disse à Lusa fonte da empresa.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=138989
O mau tempo levou o Governo dos Açores a encerrar todos os serviços públicos da região a partir das 16h00 (17h00 em Lisboa). Já a Protecção Civil aconselhou as populações a manterem-se em casa.
"O Governo Regional, em articulação com o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, considerando o progressivo agravamento das condições meteorológicas, decidiu encerrar todos os serviços públicos", lê-se num comunicado oficial.
A nota garante que "fica, no entanto, salvaguardada a prestação de apoio às populações".
Por outro lado, a Protecção civil dos Açores emitiu novo comunicado em que aconselha as populações a manterem-se em casa e a saírem apenas "em caso de absoluta necessidade".
O Instituo Português do Mar e da Atmosfera prevê ventos constantes na ordem dos 118 quilómetros por hora e rajadas que podem atingir os 180 km/h nas ilhas do grupo ocidental (Flores e Corvo).
Quanto ao grupo central, a Protecção civil alerta que as ilhas mais atingidas serão o Pico e a Graciosa. Na primeira, os ventos constantes serão de 96 km/h, com rajadas que poderão atingir os 153 km/h. Na Graciosa, as rajadas poderão chegar aos 184 km/h.
A ondulação prevista será de 12 a 14 metros para os dois grupos.
A SATA Air Açores cancelou esta quinta-feira 21 voos entre as ilhas dos Açores, devido ao vento forte que se faz sentir no arquipélago, afectando 306 passageiros, disse à Lusa fonte da empresa.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=138989
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Águas do Tejo isolam população de Reguengo do Alviela
Só é permita a passagem por barco. Várias outras estradas dos distritos de Santarém e Coimbra também foram cortadas ao trânsito.
A população de Reguengo do Alviela, em Santarém, ficou isolada durante a madrugada desta terça-feira devido à subida da água na bacia do Tejo. A última viatura a entrar na povoação foi enviada logo de manhã para transportar a única aluna da localidade até à escola da Golegã.
Agora, a subida das águas só permite a passagem por barco. No local estão dois barcos e respectivas equipas, que vão fazer, ao longo do dia, um levantamento das pessoas que estão doentes e acamadas e necessitam de apoio domiciliário.
Na povoação vivem poucas dezenas de pessoas.
Além da submersão da estrada nacional 365, na ligação entre Vale de Figueira e Pombalinho, e na ponte sobre o Alviela a jusante do Pombalinho, que origina o isolamento de Reguengo do Alviela, várias outras estradas do distrito foram cortadas ao trânsito devido à subida do nível das águas.
O plano especial de emergência para cheias na bacia do Tejo está em alerta amarelo desde a madrugada de segunda-feira.
Chuva corta estradas no distrito de CoimbraA chuva intensa que se verifica desde o início da manhã provocou cortes de estradas nos municípios de Mira, Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra.
Agora, a subida das águas só permite a passagem por barco. No local estão dois barcos e respectivas equipas, que vão fazer, ao longo do dia, um levantamento das pessoas que estão doentes e acamadas e necessitam de apoio domiciliário.
Na povoação vivem poucas dezenas de pessoas.
Além da submersão da estrada nacional 365, na ligação entre Vale de Figueira e Pombalinho, e na ponte sobre o Alviela a jusante do Pombalinho, que origina o isolamento de Reguengo do Alviela, várias outras estradas do distrito foram cortadas ao trânsito devido à subida do nível das águas.
O plano especial de emergência para cheias na bacia do Tejo está em alerta amarelo desde a madrugada de segunda-feira.
Chuva corta estradas no distrito de CoimbraA chuva intensa que se verifica desde o início da manhã provocou cortes de estradas nos municípios de Mira, Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra.
A mesma fonte adiantou que no concelho de Mira está encerrada à circulação a estrada da Barra e do Canal, que liga à Praia de Mira.
Na Figueira da Foz, está cortada a ponte de Maiorca e as estradas de Ereira e Borda do Campo.
Segundo o CDOS, no concelho de Montemor-o-Velho encontram-se fechadas ao trânsito as estradas municipais de Tentúgal e a ligação entre Pereira e Formoselha.
De acordo com a fonte, cerca das 12h00 estas eram as situações mais problemáticas registadas no distrito de Coimbra.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
PS propõe concertarão entre partidos e jornais em campanhas eleitorais..
O PS apresentou esta sexta-feira alterações à lei eleitoral propondo um sistema de concertação entre partidos e comunicação social, coordenado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), tendo como regra base a não exclusão de qualquer candidatura.
Em conferência de imprensa, o deputado socialista José Magalhães disse esperar que as alterações à lei eleitoral sejam aprovadas pela Assembleia da República até março próximo para entrarem em vigor nas eleições europeias (25 de maio), evitando assim repetir problemas registados com a cobertura ao nível da informação nas últimas eleições autárquicas.
O PS apresenta ainda propostas de alteração para permitir que cidadãos portugueses emigrados na União Europeia possam votar nas eleições de maio próximo, independentemente de continuarem ou não recenseados em território nacional, e ainda para acentuar a distinção entre publicidade paga na Internet e «liberdade de opinião e de divulgação» por parte dos cibernautas.
Nas declarações que fez aos jornalistas, José Magalhães disse que o PS avança com «alterações cirúrgicas» à lei eleitoral, está aberto «a aperfeiçoamentos» e quer uma mudança legislativa «aprovada com o máximo consenso político» na Assembleia da República.
Quanto ao mais polémico dos três pontos que são objeto do diploma dos socialistas, o referente à cobertura informativa em período de campanha eleitoral, o ex-secretário de Estado socialista frisou que nesse sistema de concertação, coordenado pela CNE, é obrigatoriamente «ouvida e Entidade Reguladora da Comunicação Social».
«Nas últimas eleições autárquicas, a discussão entre a CNE, os operadores de comunicação e as candidaturas acabou num jogo em que todos perderam, desde logo os eleitores. Isso seguramente esteve na origem da elevada abstenção registada e ensombrou o ato eleitoral», advogou José Magalhães, frisando que se a política quer chegar aos cidadãos «tem de ter debate».
«É preciso compatibilizar os direitos editoriais, os direitos das candidaturas e os direitos dos cidadãos a serem informados com a maior pluralidade possível. O legislador não tem qualquer possibilidade de se transformar em grande programador, o que seria inconstitucional», referiu, antes de expor uma das principais teses dos socialistas nesta matéria.
«Propomos a criação de um sistema de concertação dirigido e pilotado pela CNE, ouvida a Entidade Reguladora da Comunicação Social. Estabelece-se uma regra em que há uma rede de segurança: Ninguém pode ser excluído ou tratado de forma que viole os seus direitos constitucionais. Apostamos na confiança entre operadores, CNE e candidaturas», declarou, já depois de ter defendido que o Supremo Tribunal de Justiça deixou pistas sobre a solução futura nesta matéria.
«É possível inventar modelos de debate por combinações várias, rotação ou acordos em relação a diferentes formas de expressão, permitindo que todos tenham a possibilidade de exprimir as suas ideias. A ideia de um debate que tenha 40 pessoas não é sufragada por quem conheça comunicação social, mas há possibilidade de se fazer rotações e de criar no terreno uma metodologia com resultados positivos. O legislador não deve armar-se em grande programador - até porque isso não é possível», insistiu.
Já em relação à ideia de regulação de campanha eleitoral por via da Internet, designadamente por redes sociais, José Magalhães defendeu a «separação de águas» entre a «liberdade» própria dos cibernautas e a publicidade.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/jose-magalhaes-deputado-ps-campanhas-eleitorais-partidos-tvi24/1535480-4072.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)









