A partir deste ano, as subconcessões rodoviárias «vão impor um custo adicional» de 700 milhões de euros, esclarece o presidente da empresa.
O presidente da Estradas de Portugal (EP) disse hoje que os contribuintes pagarão cerca de 251 milhões de euros, acrescentando que, a partir deste ano, as subconcessões rodoviárias «vão impor um custo adicional» de 700 milhões de euros.
«O contribuinte, este ano, paga 251,5 milhões e é o melhor ano de todos. Este, meus senhores, é o melhor ano da EP e não vai haver outro», afirmou António Ramalho, que está a ser ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um requerimento do PS.
Isto porque, explicou, a partir de 2014, a EP recebe «um conjunto de subconcessões que vão impor um custo adicional de 700 milhões de euros».
O presidente da EP salientou que, até 2028, a empresa «tem um endividamento constante de cerca de 700 milhões» de euros, um valor que defendeu ser «fundamental reduzir».
«As subconcessões vão retirar-nos o equilíbrio», considerou.
António Ramalho disse que a redução de custos de 300 milhões de euros nas Parcerias Público-Privadas (PPP) foi alcançada: «A discussão que era o objetivo de 300 milhões [de euros] de redução no orçamento das famílias portuguesas foi atingida».
«O contribuinte, este ano, paga 251,5 milhões e é o melhor ano de todos. Este, meus senhores, é o melhor ano da EP e não vai haver outro», afirmou António Ramalho, que está a ser ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um requerimento do PS.
Isto porque, explicou, a partir de 2014, a EP recebe «um conjunto de subconcessões que vão impor um custo adicional de 700 milhões de euros».
O presidente da EP salientou que, até 2028, a empresa «tem um endividamento constante de cerca de 700 milhões» de euros, um valor que defendeu ser «fundamental reduzir».
«As subconcessões vão retirar-nos o equilíbrio», considerou.
António Ramalho disse que a redução de custos de 300 milhões de euros nas Parcerias Público-Privadas (PPP) foi alcançada: «A discussão que era o objetivo de 300 milhões [de euros] de redução no orçamento das famílias portuguesas foi atingida».
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