Um bombeiro morreu esta tarde nas operações de combate ao incêndio que lavra em Coutada, no concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco.
A notícia foi avançada à Renascença pelo presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, e por uma fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).
"Um jovem bombeiro da corporação da Covilhã faleceu. Foi apanhado numa variação rápida de vento, no meio do mato, e já não houve possibilidade de o salvar. Este é o acontecimento mais triste que nós podemos assinalar", refere o autarca Carlos Pinto.
O presidente da Câmara da Covilhã explica que o incêndio deflagrou ao final da manhã "com uma violência extrema, porque apanhou alguns ventos muito significativos".
As chamas chegaram a ameaçar várias unidades fabris, habitações e outros bens, adianta Carlos Pinto, em declarações à Renascença.
No terreno estão 313 bombeiros, apoiados por 96 viaturas e oito meios aéreos. Pelas 17h00, o incêndio tinha duas frentes activas.
Noutro acidente registado esta quinta-feira, três populares que ajudavam a combater um fogo na zona de Aldeia Viçosa, concelho da Guarda, sofreram queimaduras do primeiro e segundo grau.
No dia 4 de Agosto, um bombeiro da corporação de Miranda do Douro morreu no Hospital da Prelada, no Porto. O homem de 45 anos não resistiu aos ferimentos sofridos durante o combate a um incêndio, dias antes, em Miranda do Douro.
A notícia foi avançada à Renascença pelo presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, e por uma fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).
"Um jovem bombeiro da corporação da Covilhã faleceu. Foi apanhado numa variação rápida de vento, no meio do mato, e já não houve possibilidade de o salvar. Este é o acontecimento mais triste que nós podemos assinalar", refere o autarca Carlos Pinto.
O presidente da Câmara da Covilhã explica que o incêndio deflagrou ao final da manhã "com uma violência extrema, porque apanhou alguns ventos muito significativos".
As chamas chegaram a ameaçar várias unidades fabris, habitações e outros bens, adianta Carlos Pinto, em declarações à Renascença.
No terreno estão 313 bombeiros, apoiados por 96 viaturas e oito meios aéreos. Pelas 17h00, o incêndio tinha duas frentes activas.
Noutro acidente registado esta quinta-feira, três populares que ajudavam a combater um fogo na zona de Aldeia Viçosa, concelho da Guarda, sofreram queimaduras do primeiro e segundo grau.
No dia 4 de Agosto, um bombeiro da corporação de Miranda do Douro morreu no Hospital da Prelada, no Porto. O homem de 45 anos não resistiu aos ferimentos sofridos durante o combate a um incêndio, dias antes, em Miranda do Douro.

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