O advogado, que foi parar às mãos da Justiça em 2000 por burlas, falsificações, peculato no desvio de milhões de euros no Benfica, clube que presidia, e branqueamento de capitais, passou os últimos 13 anos a declarar-se inocente. Agora, na Carregueira desde Novembro, concedeu uma entrevista às técnicas de reinserção social da prisão onde assume as suas culpas. Reconhece a “gravidade dos crimes” e equaciona mesmo “ressarcir algumas vítimas”.
De acordo com o mesmo jornal, Vale e Azevedo, que já pediu a sua saída em liberdade condicional, admite que “ultrapassou a linha da legalidade” enquanto profissional no mundo do desporto e garantiu que esse é um meio para onde não vai voltar.
SOL
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