Um Miguel sai, um Miguel entra, a punhada continua
Quando é preciso bater punho, é difícil dizer qual destes dois bate mais. Aos patrões, aos mandarins estrangeiros, aos corruptos, aos mentirosos, eles batem, batem, batem punho do nascer ao pôr do Sol. E muitas vezes nem pedem nada em troca! Porque para eles bater punho não é uma obrigação. É um prazer. São punhistas natos.
Celebremos agora o acto final de Relvas no governo.
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