Deputados madeirenses rejeitam eleições antecipadas e deverão "em princípio" votar contra moção de censura do PS.
Os quatro deputados do PSD, eleitos pelo círculo da Madeira, deverão votar "em princípio" contra a moção de censura do PS que é esta tarde discutida no Parlamento. O deputado madeirense, Hugo Velosa, defende que "uma coisa são divergências políticas e outra é estar de acordo com o objectivo desta moção, nomeadamente eleições antecipadas". Ainda assim o responsável sinaliza também cartão amarelo ao Executivo de Pedro Passos Coelho: "o PSD Madeira defende uma alteração de Governo e de políticas de Governo que não passe por eleições antecipadas", apontando aqui como "hipótese" um governo de iniciativa presidencial.
"O presidente do Governo Regional da Madeira tem defendido mudanças profundas que podiam passar pela intervenção do Sr. Presidente da República. Vamos continuar a defender uma alteração de políticas do Governo. Não há situações inultrapassáveis", afirmou ao Económico Hugo Velosa. Acrescenta, porém, que a solução para as divergências políticas com Passos Coelho "não passa pela moção de censura e com os meios a que pretende chegar ao objectivo de mudança de políticas como é o caso das eleições antecipadas". Ainda, assim, sinaliza: "este primeiro-ministro tem tido várias decisões e atitudes que não têm merecido a nossa aceitação" e "as mudanças profundas de políticas podem ser atingidas de outra forma como, por exemplo, por um governo de iniciativa presidencial".
"O presidente do Governo Regional da Madeira tem defendido mudanças profundas que podiam passar pela intervenção do Sr. Presidente da República. Vamos continuar a defender uma alteração de políticas do Governo. Não há situações inultrapassáveis", afirmou ao Económico Hugo Velosa. Acrescenta, porém, que a solução para as divergências políticas com Passos Coelho "não passa pela moção de censura e com os meios a que pretende chegar ao objectivo de mudança de políticas como é o caso das eleições antecipadas". Ainda, assim, sinaliza: "este primeiro-ministro tem tido várias decisões e atitudes que não têm merecido a nossa aceitação" e "as mudanças profundas de políticas podem ser atingidas de outra forma como, por exemplo, por um governo de iniciativa presidencial".
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